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Estereótipos são um problema

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

"Estereótipo" talvez seja o novo "preconceito", uma pejorativação de um fenômeno que só se reconhece quando conveniente. Enfim, sem dissentir do raciocínio e da conclusão da autora, deve ser também motivo de preocupação o estereótipo midiático e legal do homem agressor e da vítima sincera.

Limites só a favor das mulheres? Santa justiça

MACACO & PAPAGAIO (Outros)

Que homem não presta e é perigoso todos sabem.
Mas não são raros os casos em que as MULHERES TAMBÉM, PRIMEIRO, AGRIDEM, SEJA VERBAL ou FISICAMENTE.
A mulher TAMBÉM pode ser autora de agressões. A violência doméstica engloba todo e qualquer tipo de agressão, seja ela física ou psicológica: abusos psicológicos, ameaças, tapas, pontapés ou golpes. Mulheres se armam com facas e tesouras para ameaçarem seus companheiros. Elas mordem, arranham, chutam, empurram, deixam hematomas. Ainda ex-companheiras ameaçam e perseguem por não aceitarem o fim do relacionamento, afora prática da alienação parental.
POR isso, fica a sugestão abaixo para atacarem-se também o problema da violência doméstica pela raiz, com a culpabilização de TODOS os envolvidos:

Art. 215-B, CÓDIGO PENAL.
Importunação doméstica ou familiar de gênero
Praticar contra alguém e sem a sua anuência importunação pessoal e/ou doméstica, com ou sem vínculo familiar ou relação de afeto, através de ofensas, ameaças, vias de fatos ou constrangimento ilegal, que impeça o exercício de direitos de liberdade de locomoção, de saúde, paz, sossego e bem-estar de outrem, com o fim de satisfazer capricho ou sentimento próprio, ainda que se trate de exigência ou de virtual pretensão pessoal resistida e que cause, motive e/ou anteceda a suposta prática de reação da vítima.
Pena - reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, se o ato não constitui crime mais grave.
Parágrafo Único. A pena se aplica independentemente do gênero, da causa e da vítima ter sofrido algum tipo de ilícito na sequência ou por decorrência desse fato.
O autor é preparado, mas foi no ondismo.
Mais completo seria ler , entender e pôr em prática o https://www.conjur.com.br/2021-jul-29/tripode-silencio-sociedade-violencia-homens

Os homens não conhecem a sensação de medo

João B. (Advogado Autônomo)

Os homens não conhecem a sensação de medo ao término de um relacionamento. Medo pela própria vida apenas porque o amor acabou ou porque a convivência se tornou insustentável devido à violência verbal, psicológica ou até mesmo física por parte do companheiro.
Admita, você, homem, assim como eu, nunca teve tal preocupação. E mesmo que você nunca tenha sido um canalha agressor, talvez conheça algum amigo que o foi.
A culpa é da mulher, alguns dirão. Ora, no início os relacionamentos são todos lindos e perfeitos, e mesmo depois de muito tempo nem sempre é possível conhecer a outra pessoa realmente. E quando acontece de a mulher conhecer a face violenta e covarde do seu homem já é tarde, pois já estão envolvidos, e então o término da relação é motivo de temor pela própria vida.
Não tem o que fazer, dirão. Ora, tem sim, que é não passar pano pra amigo que produz violência contra a mulher, seja psicológica (não deixar sair de casa, monitorar todos os passos), verbal (agressividade nas palavras, xingamentos), econômica (deixar a mulher depender dele, muitas vezes para cuidar dos filhos, e depois usar disso para humilhá-la e não deixar ela sequer ir arrumar o cabelo) e principalmente física. Verificando a ocorrência de alguma dessas situações, deixar claro que não concorda e se possível deixar claro que tomará medidas em caso de constatar agressões contra a mulher.

As mulheres se atualizaram e agridem primeiro já faz tempo

MACACO & PAPAGAIO (Outros)

(...) Não podemos esquecer também das inúmeras denúncias falsas com base em vingança e no poder da palavra feminina perante a sociedade e os órgãos públicos.

(...) A denúncia caluniosa por suposto crime de estupro ou violência doméstica é um mal que está enraizado em nossa sociedade e visto com naturalidade. Mulheres utilizam seus privilégios, seu gênero e sua palavra, por ter valor probatório (basta a palavra da mulher), para atingirem seus desafetos com base nos seus sentimentos e suas razões pessoais. Conseguem destruir a vida de um homem, bastando uma acusação falsa para isso.

(...) Atribui-se à mulher a vulnerabilidade e o caráter de inofensiva, colocando somente o homem como autor de agressões na sociedade. Visão sexista que a sociedade deve mudar.

(...) A mulher pode ser autora de agressões.

(...) A violência doméstica engloba todo e qualquer tipo de agressão, seja ela física ou psicológica: abusos psicológicos, ameaças, tapas, pontapés ou golpes. Mulheres se armam com facas e tesouras para ameaçarem seus companheiros. Elas mordem, arranham, chutam, empurram, deixam hematomas. Ainda ex-companheiras ameaçam e perseguem por não aceitarem o fim do relacionamento.

(...) Não podemos esquecer que mulheres também matam. Em uma simples pesquisa iremos nos deparar com mulheres que mataram seus companheiros por ciúme ou outro motivo. Porém, a pena é maior para o homicida somente se a vítima for mulher — feminicídio.

(...) Considerando ainda outra violência sofrida por homens: a maioria deles é vítima de alienação parental por parte de ex-companheiras que usam filhos como instrumentos de vingança para atingir o pai, até mesmo os acusando falsamente de abuso sexual para afastá-los dos filhos.

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